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A segunda-feira (8) começa com uma confirmação de algo que já era esperado pelo mercado. O grupo Mubadala Capital fez a melhor oferta pela Refinaria Landulpho Alves (RLAM), da Petrobrás, e venceu a concorrência pela compra do ativo. Agora, com o fim do processo de desinvestimento, as partes partem para a próxima etapa, que é a obtenção de aprovação de órgãos competentes, como o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e a Agência Nacional do Petróleo (ANP).

A história da RLAM está atrelada ao início da atividade de óleo e gás no Brasil. A unidade foi a primeira refinaria nacional de petróleo, criada em setembro de 1950. A construção da planta foi impulsionada pela descoberta do petróleo na Bahia e pelo desejo de tornar o Brasil independente em energia. Nela, são refinados diariamente 31 tipos de produtos, das mais diversas formas. Sua capacidade de processamento é de 323 mil barris por dia.

VENDA DA REPAR SERÁ REINICIADA

A Petrobrás também anunciou hoje que irá reiniciar o processo de venda da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), no Paraná. A estatal disse que recebeu propostas vinculantes pela planta, mas que todas ficaram aquém do esperado. “Assim, a companhia iniciará tempestivamente novo processo competitivo para essa refinaria”, declarou a Petrobrás em comunicado.

Enquanto isso, continuam em andamento os processos de desinvestimentos nas refinarias: Refinaria Alberto Pasqualini (REFAP), no Rio Grande do Sul; Refinaria Isaac Sabbá (REMAN), no Amazonas; Refinaria Abreu e Lima (RNEST), em Pernambuco; Refinaria Gabriel Passos (REGAP), em Minas Gerais; Lubrificantes e Derivados de Petróleo do Nordeste (LUBNOR), no Ceará; e Unidade de Industrialização do Xisto (SIX), no Paraná.

Fonte: https://petronoticias.com.br/mubadala-venceu-a-disputa-pela-refinaria-landulpho-alves-com-oferta-de-us-165-bilhao/