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O evento Mossoró Oil & Gas recebeu a primeira edição da chamada Mesa Reate – fórum nacional de discussão do programa governo federal para revitalização da produção em campos terrestres no país. Durante os debates, o grupo apontou para alguns dos principais desafios da indústria, como licenciamento ambiental; acesso à Unidade de Processamento de Gás Natural de Guamaré; acesso à infraestrutura de armazenamento e escoamento do petróleo; e andamento dos programas de desinvestimentos da Petrobrás.

Além desses aspectos, os participantes da Mesa Reate também elegeram outros pontos necessários de aprimoramento do setor, como a simplificação de procedimento e menos prazo de cessão dos contratos de concessão; a criação da Superintendência de Campos Maduros e Marginais; a implantação de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) e Medida Recuperadora de Conduta (MRC) na ANP.

Por fim, outros desafios apontados são o pagamento de participação sobre a produção ao proprietário de terra; cadastro de titularidade de terras e mutirão de regularização de posse; redução de custos para acesso a dados técnicos públicos; acesso a amostras de calha dos poços da Bacia Potiguar; melhoria na liberação de dados para projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&DI) em universidades; e criação de Programa de Formação de Recursos Humanos para o setor de petróleo, gás e biocombustíveis e construção de cadastro de fornecedores do setor.

“Para nós, é gratificante receber a Mesa Reate, que encaminhou avanços para a retomada da cadeia do petróleo e gás onshore”, avalia o presidente da Redepetro RN, Gutemberg Dias. A próxima Mesa Reate acontecerá na Bahia, no dia 26 de janeiro. Depois, o próximo encontro está previsto para o Espírito Santo, em março de 2021. Amanhã, a Mossoró Oil & Gas entra em seu último dia, com seminários, simpósio, painéis e outras atividades, que fortalecem Mossoró como a capital do onshore brasileiro.Compartilhar: