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O presidente Jair Bolsonaro participou hoje (21), em Campinas (SP), da inauguração da primeira linha de luz do acelerador de partículas brasileiro, o Sirius. O equipamento científico será usado para gerar um tipo especial de luz, a síncrotron, usada em aplicações variadas, desde saúde e medicamentos até a exploração de petróleo, bioquímica e energia.

Bolsonaro foi acompanhado pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes. A linha de luz inaugurada hoje, batizada de Manacá, ficará dedicada a estudos de moléculas biológicas. Outras cinco linhas estão em fase avançada de montagem e deverão ser concluídas até o final do ano. A primeira fase do Sirius prevê a instalação de um total de 14 estações de pesquisa até o final de 2021.

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Faltam palavras para definir essa obra. Ela materializa para todos nós o futuro. Isso demonstra a capacidade do cientista brasileiro”, comemorou Bolsonaro. “Rendo minhas homenagens aos cientistas, pesquisadores, engenheiros e os mais humildes servidores daqui, todos constroem o futuro. Aqui podemos buscar a independência na nossa nação”, completou.

O Sirius faz parte do Centro Nacional de Pesquisas em Materiais (CNPEM). O diretor-geral da unidade, José Roque, disse que o páis detém um grande diferencial para o futuro em sua biodiversidade e nas pesquisas com biotecnologia. “O que diferencia o Brasil e vai permitir que ele se posicione no mundo de maneira diferenciada é sua biodiversidade, seus biomateriais. Para que a gente consiga transformar o sonho de cada brasileiro em realidade é fundamental que a gente invista em ciência e tecnologia e formação de pessoas”, declarou.Compartilhar: