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Uma  imagem de satélite divulgada pela Maxar Technologies mostra o petroleiro abandonado FSO Nabarima, adernado perto  da costa de Trinidad e Tobago, no dia 9 de agosto,  em uma remota costa venezuelana. O que parece ser um acidente  está acendendo as relações  internacionais com a Venezuela, que exigem ações para se evitar um desastre ambiental no Caribe. Há informações dizendo que o Nabarima está se enchendo de água e pode afundar. O navio está abandonado há anos, com um casco enferrujado cheio de óleo grosso. Embora a extensão total dos danos seja desconhecida, se não for reparada em breve, pode afundar e causar um desastre ambiental, poluindo os mares turquesa ao longo da vasta costa da Venezuela e vários países vizinhos do Caribe. Para aumentar as preocupações, o governo do ditador Nicolás Maduro não disse nada publicamente depois da denuncia. Na verdade, atualmente, especialistas não acreditam que a Venezuela tenham condições técnicas e nem equipamentos capazes de evitar o desastre.

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Ativistas da oposição,  como Eudis Girot, chefe da Federação Unitária dos Trabalhadores do Petróleo da Venezuela, lançaram  uma campanha para fazer o ditador  Maduro prestar atenção ao problema. Ele está exortando o líder em apuros a olhar para além de anos de disputas amargas entre seu governo e o sindicato dos trabalhadores do petróleo para evitar um desastre ambiental em potencial. O Nabarima, de bandeira venezuelana,  é um navio de 264 metros  de comprimento que se acredita estar quase cheio com sua capacidade de 1,4 milhão de barris de petróleo bruto. Isso é cerca de cinco vezes a quantidade que o Exxon Valdez derramou em 1989.

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Foi usado como uma plataforma estacionária ancorada no Golfo de Paria, projetada para ajudar a exportar o petróleo do país da Opep. Mas ficou inativo com a recente queda na demanda global de energia devido à pandemia do coronavírus e às sanções americanas contra o governo de Maduro, que assustaram os compradores em potencial do petróleo pesado do país. Ele foi construído em 2005 para a ConocoPhillips pela sul-coreana Samsung. A petroleira  italiana Eni, que opera a joint venture Petrosucre,  como parceira minoritária da PDVSA, disse em um comunicado que atualmente não há risco de derramamento de óleo. O petroleiro está “estável” e a recente inundação do navio foi “tratada e resolvida”, acrescentando que está  trabalhando com a PDVSA para descarregar o petróleo do Nabarima. A dúvida é como o governo americano vai olhar a ajuda ao ditador  venezuelano.